Quem sou eu
- Érika Luiza Rocha
- PRATA, MG, Brazil
- Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
SUAPI - Subsecretaria de Administração Prisional assumirá Cadeia Pública de Monte Azul
Muito em breve, a SUAPI estará assumindo a Cadeia Pública da cidade de Monte Azul e assim, instalando o Presidio. Isto quer dizer que todos os presos que ainda estão sob a custódia da Policia Civil serão assumidos pela Subsecretaria. Com isso, a Policia Civil ficará liberada para se concentrar em atividades finalísticas, como a investigação de crimes, favorecendo a população do município de Monte Azul e cidades vizinhas. Igualmente, os presos se beneficiam da chegada dos serviços da SEDS/SUAPI, responsável hoje pela custódia de mais de 59 mil homens e mulheres em Minas Gerais.
Existe também, a possibilidade de aumentar o número de empregos na região. Veja que, com a instalação de um Presidio na cidade de Monte Azul, serão necessários em MÉDIA:
1 – Diretor-Geral (cargo por Indicação)
1 – Diretor-Adjunto (cargo por indicação)
1 – Diretor-Administrativo (cargo por Indicação)
1 – Enfermeiro
4 – Técnicos em Enfermagem
1 – Analista Técnico Juridico
1 – Psicologo
1 – Assistente Social
1 – Auxiliar de Serviços Gerais
4 – Auxiliares Administrativos
30 – Agentes Penitenciários
Se levarmos em consideração que as vagas do último concurso
público (2014) não supriram as necessidades do Estado, certamente que será realizado
Processo Seletivo e já se convocará os aprovados para assumirem seus postos
junto com a Subsecretaria. Além de geração de emprego direta, o comércio local também será beneficiado.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
CASAR PRA QUÊ?
Antes
mesmo de começar a leitura, imagino que você já tenha traçado mil adjetivos em
sua cabeça a meu respeito somente pelo titulo exposto. Um deles é a de que sou apenas uma “mulher mal
amada” e que ainda não encontrou um grande amor e por essa razão, permeada ao
despeito e amarguras escreve coisas desestimulantes aos padrões da família.
Você tem o direito de pensar o que quiser e tirar suas próprias conclusões,
afinal, sou também um objeto de análise
nesse mundo de incertezas! E, confesso: Já ouvi a frase “Eu te amo” um milhão
de vezes, mas Sou mal amada, sim. Mal amada, mal comida e mal compreendida!(risos).
Agora puxe a cadeira e vamos conversar!
Traga-me uma cadeira de descanso, daquelas que costumavam ter somente na casa
de avós ou tias beatas. Cadeiras de madeira ou costuradas em tiras. Isso pra
mim é confortante. Ao contrário de falar sobre casamento. É que o papo costuma
ser cheio de julgamentos distorcidos por parte da grande maioria que lê coisas
desse tipo.
Submissão x Ausência de respeito
Falar
sobre casamento nos últimos tempos me excita bem pouco. Mas acho necessário
sabe? É um tema que, em razão de nossa cultura “machista”, poucas são as
mulheres que se sentem à vontade para falar sobre a realidade de tal. Oh, que
lástima! Daí tem que existir as rebeldes como eu (do tipo que parecem estarem
sempre insatisfeitas )e gritar suas frustrações em nome de um monte de donzelas
(ou não) que se escondem por trás da “burca” do medo e do conservadorismo. Que
exploda as repreensões sociais! Não se pode achar normal levar uma vida
–faz-de-conta. Aliás, gostoso mesmo é fazer jus á vida! E para isso, tem que se
perseguir diariamente os caminhos que apontam para a felicidade e encarar o que
está atrasando o caminhar. Não suporto o tratamento pelo qual as mulheres são
submetidas desde que o mundo é mundo. É que, o mundo machista e peverso têm
aproveitado uma “deixa bíblica” do qual a mulher tem que ser submissa ao marido
e, com isso fez-se questão de esquecer-se da necessidade de se respeitar o
próximo e andar lado a lado das mulheres. É de se enojar tantas imposições,
cobranças e julgamentos ao sexo feminino. Tenho certeza de que as leis que
regem o machismo, não levam em consideração a mulher como ser vivo, humano e
dotado de fragilidades. São crentes de que essa nada mais é que objeto para
satisfazer seus egos, sexos e organizações “per menores” do lar. Com isso,
homens (a grande maioria deles), são criados para terem uma escrava ao invés de
uma companheira de desfrute do amor. E falando em escravidão, a maioria de nós
tornou fêmeas alfas demais para sermos rendidas sequer a submissão na cama! Se
bem que, assisti o filme “cinqüenta tons de cinza” e, a “pegada” do ator Jamie
Dornan vivido pelo personagem Dr. Grey me excitou. Mas esqueçamos os cinqüenta
tons de cinza até pq o personagem demonstrou possuir defeitos insuportáveis e
não demonstrava nenhum interesse ao casamento. Vamos retornar sobre a realidade
do dia-a-dia.
Qual a vantagem?
Sobre a ótica do observado nas relações conjugais, não tenho percebido vantagens nenhuma ou um mínimo estimulador para que uma mulher se case. Afinal, se observarmos bem, quem é mais dependente de uma família e um casamento com sucesso é o homem. Sendo assim, porque na maioria das vezes não se permitem compartilhar do amor familiar ao invés de destruir todos os princípios fundamentais da vida à dois? E porque diabos cobram tanto para que a mulher fique enclausurada em um acordo “de cavalheiros”? Gente, não estou querendo assustar nenhuma mulher que esteja sonhando em casar,não! Não mesmo! Até porque acredito que em toda regra exista exceção e talvez alguma tenha sorte. Mas o que tenho percebido nos relacionamentos a minha volta, em especial na maioria das mulheres casadas, é uma insatisfação muito grande. Diria que essas se permitem estarem casadas, por terem como base o comodismo e medo (em sentidos bem amplos). Quantos casais hoje em dia não vivem/sobrevivem em aparência social? A prova disso é o relacionamento da Fátima Bernades. Ela possuía uma família modelo aos olhos social. Até os filhos foram milimetricamente planejados. Ninguém nunca ouviu falar de qualquer escândalo envolvendo a vida dela com o marido. Mas, não vivíamos no cotidiano deles. Assim como não vivemos no cotidiano de todos os demais. E vou te contar uma coisa: A Fátima nunca me enganou! Não percebia brilho de felicidades em seus olhos desde a copa de 2006. Diante todo o cenário enquadrado nos requisitos de felicidade social, a considerava amarga, seca e com sorrisos limitados. Penso nunca tê-la visto gargalhar. Pois é, o mundo evoluiu e com isso nós mulheres deixamos despertar os nossos desejos e sonhos. Não é qualquer coisa que nos satisfaz. No intimo de cada mulher, ela não foi programada biologicamente para satisfazer somente com sua bela conta bancária, sexo e estrutura física permeados à sua independência como um todo. Somos muito mais que tudo isso! Por mais duras e aparentemente severas que possamos parecer, somos seres frágeis que necessitam serem zeladas com amor, admiração, reconhecimento e ternura. Todas as demais coisas são e terão que ser apenas acréscimo na vida a dois. Então, sendo nós mulheres lindas, desejáveis e donas do próprio nariz, por que nos deixaríamos ser desrespeitadas de formas humilhantes por maridos que muitas vezes nos troca pelos bares, baladas e relacionamentos extraconjugais? A aceitação de uma mulher a situações como essas, não me leva a enxergar isso como um ato sublime de amor e devoção ao esposo. Muito pelo contrário, estou cada dia mais convicta que nossa sociedade está cheia de mulheres doentes. Doentes do coração. Necessitando que se quebrem os cadeados do casamento para que voltem novamente a respirar. Outras vezes, sofridas demais para acreditarem novamente no amor. Tenho reparado nos olhos de algumas e tenho visto a opacidade decorrente de tristeza e insatisfação. Posso citar aqui em nossa conversa (de pouca técnica) muitos casos angustiantes e desestimulantes na vida conjugal e que, a mulher leva desvantagem. Quantos casais você conhece hoje, cujo homem da relação esteja traindo sua esposa com uma mulher bem inferior (em todos os sentidos)? Quantos homens quando casados você imagina que esteja preocupado com orgasmos-multiplos de sua esposa? Quantos homens você já soube/sabe que esteja/estava relacionando com outro homem enquanto a devota esposa se mantinha fiel e acostumada a migalhas em casa? Quantos trocam as famílias por uma mesa de bar ou pela drogadição e retornam quando bem entendem não permitindo a mulher nada questionar? Quantos acostumaram ser sustentados pela esposa, mas não aceitam a idéia de que essa pode escolher os moveis da casa e ter domínio do próprio dinheiro? Quantos por sentimento de inferioridade agridem físicos e psicologicamente suas companheiras? Você já consultou as estatísticas de homicídio? Quem mais morre sendo vitima de abusos na vida conjugal, o Homem ou a Mulher? Desculpe-me se joguei lama em seus contos de fadas, mas quando se vive a observar o mundo à volta com os olhos da razão, dificilmente algo ilusório consegue convencer. Talvez casar seja isso: Fechar os olhos e amar. Amar pelo simples fato de amar. Sem razão, sem garantias, sem porquês... Um dia talvez eu case. Mas penso que fechar os olhos, ignorar as razões e deixar o coração dar as ordens, nunca foi meu forte.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Estive pensando o quão influenciável fui as suas
decisões e você lerdo como sempre, não percebeu que agia sobre os impulsos de
seu subconsciente dominado por considerável admiração por mim e, esse te levava
aos desejos mais atochados de seu coração. Eu não estava presente, mas todas as
qualidades que você admirava secretamente foram transferidas para o plano real.
Reparou como você tem tentado firmar mais, dar equilíbrio ao tom de voz e tentar
fazer “ginga” com os timbres? (risos) .
Se bem que, o desequilíbrio no eco da fala em momentos propícios, gera um tezao
daqueles né? E você percebeu que até eu, mesmo tendo um considerável equilíbrio
de voz, me deixei levar pelo seu murmurar trêmulo e baixo. Com orgulho aflorado
24 horas (imagino que até enquanto dorme, reprime os sonhos), você deve estar
negando aquilo que eu consegui ver e que você ainda não tinha se dado conta.
Mas antes que você se pergunte o porquê disso tudo agora, afirmo-te que estou
em outra dimensão amorosa e que, só por isso consigo falar tão claramente sobre
suas atitudes que expressavam pontos de ligação à minha pessoa. Poupemos
transcorrer a respeito das tantas “coincidências” que o destino desenhou entre
nós e voltemos a falar da materialidade de seus atos. Apresentei-te alguns
repertórios da Musica Popular Brasileira e, você aprovou. Prova disso é que já
não se vê sertanejo ou brega em sua playlist. E falando em musica, penso que em
nenhum relacionamento seu tivestes tanta referência musical. Existem canções
para cada momento vivido e não vivido. Existem letras que pude até ouvir sua
voz cantando mesmo sem estar presente. Estou planejando viajar no próximo final
de ano, mas não te levarei na mala como fizestes em suas últimas viagens. Veja
bem, escolhestes ir rumo a maioria dos lugares que um dia idealizastes estar
comigo. Ops! Seu subconsciente idealizou! Você mesmo não sabia disso! Foi sem
minha companhia, mas estou certa de que me viu em cada esquina e desejou ter
uma varinha mágica para me fazer aparecer em uma das repartições do hotel que
hospedou. De preferência em seu quarto. (risos). Quarto me lembra fragrâncias.
E ae, Já conseguiu me encontrar no hidratante de outras moçoilas? Claro que
não. O cheiro de minha epiderme é o único que despertava seu desejo. Mas deixe estar como está, afinal, você fez sua
escolha. Escolheu partir. Saiu de fininho para que eu não tivesse oportunidade
de te convencer a ficar. Vi-te ao longe em uma encruzilhada traçada por você
mesmo. Gritei-te e acenei as mãos com esperança que você olhasse pra trás e me
visse. Tão bobo de orgulho que és, preferiu continuar seguindo em frente. Só
não sabia que eu estava tentando devolver-te seu coração. É que você o esqueceu comigo.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Qual
a vantagem de um casamento para uma mulher?
Antes
mesmo de discorrer a respeito do tema apresentado, torço veementemente para que
eu esteja equivocada em torno das analises feitas sobre o casamento. É que,
em tempos passados, seguindo a linha das negações à certas escolhas, também
acreditava que não se tinha grandes vantagens ter filhos. Estou sendo sincera,
ora bolas! Acreditava mesmo! É que, as pessoas sempre vinham com frases feitas
do tipo: “Filho criado, trabalho dobrado. Ser mãe é
padecer no paraíso. Uma mãe é por dez filhos, dez filhos não é para uma mãe.” Sempre ouvi discorrer vários
enaltecimentos a respeito da figura materna e certo empobrecimento ao que se
recebia de um filho. Sem falar as várias manifestações de infelizes que faziam
questão de frisar as mudanças do cotidiano que um filho causa na vida. “Você
nunca mais vai dormir! Não terás mais tempo para salão de beleza! Suas
prioridades vão mudar e nunca mais terá tempo e nem dinheiro pra viajar com
liberdade! Namorar ficará em segundo, terceiro ou quinto plano!”. Que raiva
que me dá quando me lembro desse tanto de baboseiras que ouvi durante uma vida!
Sinto antipatia e repugno-me só de relembrar as feições das pessoas que falaram
coisas desse tipo. Naquela época me pegava então, questionando qual era o
sentido de se colocar um ser na vida. Que sentido teria colocar alguém para
fazer parte da vida da gente se ele iria privar nossos passos e fazer uma
bagunça em nossos planos além de nos fazer definhar em amores? Mas graças a
Deus, sempre existia em meu intimo um desejo muito forte de ver outra pessoa
com algumas de minhas características. Alguém que seria construído, formado e
formatado com influências daquilo que eu arremessaria em forma de
educação/lições. Sempre existiu em mim uma vontade enorme de ver o rostinho de
um filho quando eu o levasse na pracinha, brincasse de correr, fizesse caras e
bocas para vê-lo sorrir e que esse soluçasse de tanto gargalhar. Queria ter o
prazer de, ao final das brincadeiras no parque levá-lo pra casa e esfregar cada
orelhinha, bracinho e perninha com esponja macia e muita espuma. Pensava
comigo, como não dará certo ter um filho se para esse pretendo ser a melhor
amiga, mãe e professora? Será que mesmo eu o enchendo de carinho, contando
historinhas, educando com amor, ainda assim não terá sido valida a escolha de
ser mãe? Pensei... Pensei muito até que, um dia estando distraída em resolver
tantas pendências em minha vida, eis que sou surpreendida com a gestação de
minha filha ÀGATHA LUISA! Não sei
explicar o que verdadeiramente pensei. A definição mais próxima é que fiquei
anestesiada, e fui deixando as coisas acontecerem. E aconteceu tudo de mais
belo! Realmente minha vida mudou muito à partir da gestação. Tudo o que me
falavam eram em partes verdades, mas descobri que esses que tentava me passar as
características de “ser mãe”, eram pessoas muito infelizes ou muito egoístas!
Pois, descobri que mãe não é um ser único que dá amor-grande e imensurável! O
amor de mãe pode até ser incomparável, mas não quer dizer que seja maior do que
o amor que se recebe de um filho! Sendo mãe na atualidade posso vos garantir
que jamais recebi um amor tão lindo, grande, incondicionalmente permeado à
admiração e respeito, como o que recebo de minha filha! NUNCA! Nunca antes em
minha história de vida fui tão amada por alguém como minha filha me ama! Nunca
antes alguém conseguiu me passar lições fundamentais de vida com tanta
simplicidade e ternura! E isso por si só não vale a pena te-la tido? E isso não
é uma das razões mais claras em escolher a maternidade? Claro que sim. Cada
sorriso de minha filha é suficiente para impulsionar meus passos ao caminho
mais correto possível! O amor dela me move e amá-la é a forma mais alegre de se
viver!
Obs: Desculpe-me por não ter transcorrido sobre o
tema apresentado inicialmente (Qual a vantagem de um casamento para uma mulher?).
Brevemente voltarei ainda a falar sobre tal
em outra oportunidade. É que costumo escrever meus textos com base no que vai me
inspirando. E, certamente a vida conjugal deixou de ser prioridade. Como pode
se perceber, minha filha é o tema principal de minha vida. Ela é a inspiração
maior sobre todas as demais coisas.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
"Certa vez uma pessoa sábia me disse que escrever é perigoso, pois nem sempre podemos garantir que nossas palavras serão lidas no espirito em que foram escritas". (A última carta de amor - Jojo Moyes)
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
DESISTA!
Vá por
mim, não acredite em tudo o que as pessoas dizem referente o amor. Esse
sentimento tão livre decidido a ser doado e completado não pode ser associado à
mesquinhez do orgulho ou caprichos “per menores”. Então não venha me dizer que
quanto maior o grau de dificuldade que o outro te remete, mas o amor se
solidifica. Preste atenção! Se você está percebendo que não está rolando
reciprocidade de sentimentos, percebeu que não existem esforços da outra parte,
que o outro sempre se posiciona como vitima sem mover uma palha para destruir
os empecilhos que impedem vocês de estarem juntos nem que seja por um dia (ou
uma noite escura qualquer), esqueça. Geralmente, pessoas assim são extremamente
hipócritas e utilizam da fragilidade do outro para sustentar sua egolatria. Vou
te dizer algumas das característicasdohipócrita:Elefinge possuir crenças, virtudes, idéias e sentimentos que não
possui. O hipócrita muitas vezes tende a denunciar alguém por realizar
alguma ação enquanto realiza a mesma ação. Não o bastante costuma arremessar às
pessoas adjetivos não pertencentes ao outro, mas próprios de sí. Pessoas autênticas,
sinceras e decididas não se permitem conviver bem com pessoas hipócritas!
Geralmente, esses além de falsos moralistas são egoístas ao extremo e
arremessam ao mundo e às pessoas a responsabilidade por suas frustrações. Além
de não fazer “nadica de nada” para te ver melhor, além de não colaborar com a
elevação do relacionamento, ainda te faz crer que você é a culpada de todo caos
e desencontros na vida conjugal. Quando se chega a esse ponto crucial da
história, geralmente o respeito já foi pro brejo e todos os bons fluidos do
inicio da relação já não mais existem. E mesmo assim você ainda tem esperanças
de mudanças benéficas à seu favor? Não se iluda! O Maximo que você vai conseguir se resolver ficar e
pagar pra ver será cicatrizes profundas de tanto dar murro em ponta de faca
afiada. Pare de sofrer, pare de imaginar cenas que nunca irão se concretizar
(se o outro quisesse realmente, isso tudo já teria virado realidade). Siga meu
conselho: DESISTA. Sim, desista o mais rápido! Fuja pras colinas e se isole se
preciso for, mas FUJA de “pessoinhas” assim. Arremeta sua indiferença a esse “Ser humanuzinho” que não
respeita seus sentimentos, que só quer brincar com seu coração e alimentar seu
sórdido ego. “Ah... Ele é diferente de mim mas nos gostamos”. Você gosta né,
querida?! Quantas vidas ele viveu e nem lembrou de ao menos ter o mínimo de
consideração por ti? Aprenda! Quando dois querem, dois se encontram, se
abraçam, se beijam e não desgrudam. Principalmente, reconhece o outro como
alguém a quem se deva RESPEITAR. Os obstáculos não existem para duas pessoas
que realmente estão decididas a viver uma história de amor. Sinto muito por você
que deixou de viveres grandes e marcantes momentos em razão de justificar cada
ausência de quem não estava nem "ae" pra você e vivia a vida “a doidado”! Se
existisse realmente vontade de ambas as partes, as coisas já teriam se ajeitado.
Garanto-te que recomeçar tudo do zero é um milhão de vezes mais leve, mais
saudável e libertador. O amor chega para
todo mundo, acontece que para quem sabe aproveitá-lo ele é paz e não tormenta.
Então fuja. Fuja e deixe aquele “cara de ameba” na solidão da personalidade suja.
Faça o mundo saber que você está livre e permissiva a viver amores com novos e
melhores sabores! Viva a vida! Mas viva bem longe de quem te suga, te acorrenta
à alma e arrasta pela escuridão do descaso e falta de educação. Olha, estou te
dando o conselho mais sábio de todos os tempos: DESISTA. Desista porque você
sabe que ninguém é perfeito, muito menos você, mas se tem algo que não se pode
permitir nessa vida é a falta de RESPEITO e descaso! Você não pode comandar as
ações do outro, mas pode se amar mais começando a se respeitar, a valorizar a
si própria e não permitindo que qualquer “serzinho” trate você como um jogo que
ele mesmo dita as regras. Suma, reflita e, se preciso for, anote cada ação
negativa dele que é pra você não focar somente nas migalhas pretensiosas dele. Esqueça
as ligações, o exclua das redes sociais e, o mais aconselhável: bloqueia ele.
Assim não correras o risco dele ainda achar que tem direito de dirigir a você. Vá
por mim, se precisar, troque de endereço, se permita viver em outro lugar onde
tenha coisas novas, pessoas novas e amores novos. Você agora pode. Já tens
adquirido experiência demais para evitar que qualquer otário te iluda. A gente
nunca vai encontrar alguém milimetricamente moldado ao nosso bel prazer, mas
uma pessoa disposta a dar certo sim, isso certamente pode se encontrar aos
montes. Ah! E sobre aquela teoria de que a amizade pode prevalecer posterior
fim de relacionamento, é mentira viu? Não dá pra nutrir qualquer bom sentimento
a alguém que te maltratou, que fez sangrar seu coração e que por pouco quase
assassinou todas as suas boas perspectivas de amar novamente. Aprenda a
diferenciar as batalhas pelas quais vale a pena lutar. "Dae" alguém diz: “Só se
conhece as borboletas quando se aguarda pacientemente a metamorfose seguir o
seu curso”. Não sei quem foi o autor dessa frase, mas concordo plenamente com ela.
Mas, no seu caso, da metamorfose que você observava saiu um velho morcego, com
dentes afiados prontos para sugar toda sua simplicidade e ternura. Acredite que
de agora em diante, só dias bons virão. É que você já viveu os dias ruins ao
lado de quem não te deu valor, então minha querida, não tem erro: O MELHOR ESTÁ
POR VIR. Respira fundo, sacode a poeira, e se ame. Pule já desse barco furado,
porque você sabe que se continuar, irá afundar junto com ele. Desista. Se
permita ser uma linda flor de primavera, agraciada pela beleza e leveza. Quando
a gente descobre que não precisa ter tudo, se aprende a ser feliz exatamente
com aquilo que se tem. E você tem a vida! E você é linda! Não precisas de
migalhas! Você é grande demais para aceitar tão pouco. O bom da vida é que ela
nos surpreende. Acabamos ganhando muito mais do que a nossa expectativa prevê.
Sejamos a exceção, vamos nos amar primeiro. Então acalma coração, se entrega de
corpo e alma as novas possibilidades que estão à bater em sua porta. Assim, e só
assim, você verá que amar e ser amada é maravilhoso! É leve! É alimento de paz!
São sonhos que se concretizam!
Obs: "Texto adaptado."
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Agosto/2016
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
terça-feira, 26 de julho de 2016
O SEGREDO É SER DISCRETA(O)!
Você pode não ter
noção, mas quanto mais discreto for, mas estarás livre de pessoas que tentará te explorar. No mínimo você não será
incomodado por elas. Não que todo mundo esteja lá fora para prejudicá-lo, mas muitos
te observam aguardando seu primeiro descuido para te “passar a perna” ou podem
te utilizar como uma fonte de recurso para eles. Então, evite todas as maneiras
possíveis vangloriar ou falar demais sobre si mesmo ou sobre qualquer pessoa
conhecida. Aja como uma pessoa comum, preservando suas maneiras e etiqueta sempre
ótimas. Nesta conversa nossa de hoje, vamos falar sobre várias influências que
a discrição afeta na vida do ser humano. E, de antemão, sabe o que aprendi com
muito sacrifício? Que devemos ter um pequeno lugar no coração das pessoas, mas
não podemos ganha-las no grito e muito menos banharmos de confetes para
aparecer. Assim mesmo vale para todas as demais conquistas de nossas vidas. Por experiências amargas, te adianto mais uma
dica: Não queira ser o tema de discussão de grupos de pessoas. Mesmo que você
não revele muito de si mesmo, não há mal nenhum em ser amigável na sociedade.
Também não queira estar presente de qualquer modo no pensamento/na mente de
todos. Isso sobrecarrega as cobranças a seu respeito sem ao menos você ter
noção das dívidas sociais que a ti foram impostas. Vou te contar uma coisa: Durante muitos anos
de minha vida (muito tempo mesmo) me peguei analisando sobre os comportamentos
e as pessoas do meio que eu pertencia. Tudo isso em busca de respostas reais,
claras e que realmente me convencesse do sucesso de gente tão simples de meu
convívio diário. Quanto mais discreta (numa dimensão ampla de cautela e
humildade) a pessoa fosse, mas os demais ao seu redor encantavam e os caminhos
eram abertos de maneira muito rápida e sólida. Eu, porém, vivia sendo ignorada
e minhas relações interpessoais eram cada vez mais complicadas! Mas afinal, o
que tinha de errado em eu ser originalmente extravagante, cheia de disposição
(demasiada), risos fáceis (gargalhadas na verdade), apertos de mão e abraços
fervorosos ( que dependendo da situação ou pessoa, era mal interpretado)? O que tinha de mais sair
pelo caminho da vida falando alto, cheia de autenticidade nas vestimentas e
acessórios de moda? (Se bem que, até mesmo dentro de um terninho básico, brinco
discreto e sapato Scarpin de salto baixo eu chamava atenção mais do que devia.)
O que tinha de errado a pessoa ser “um livro aberto”? Isso não seria uma
virtude?
O que importava não era o coração permeado de bondade? Na verdade, o que
descobri é que: A verdadeira marca de um ser humano marcante, em especial da
mulher marcante, está em sua DISCRIÇÃO. Entender isso me custou tempo, molde de
vida e abandono do preconceito e do orgulho, além claro, de me custar à
abdicação de parte de uma personalidade de construção avançada. Ou eu entendia
isso, ou continuava a ser tratada como extraterrestre nos meios que pertencia. As
pessoas ao meu redor que eu via sendo requisitadas, amadas e com evidência
profissional, eram justamente as colegas que não usavam perfumes perfume fortes
ou o batom vermelho. Não utilizavam acessórios extravagantes, não incomodava
ninguém sequer para pedir licença ao passar. Na verdade, até estavam bem
arrumadas algumas vezes mas, na exuberância do estereótipo trazia um aroma
suave de naturalidade imbuído em si. Enquanto escrevo essas palavras, me vêm à
mente todos os trejeitos dessas pessoas. E, algo que analisei é que essas quase
nunca usavam roupas decotadas. Costumavam guardar os seios bem escondidinhos
numa blusinha discreta. Usavam na maioria das vezes, sapatinhos de pouco salto
e um jeans clássico. Eram pessoas que evitavam a todo custo provocar a inveja
alheia e eram indiferentes às pessoas “despeitadas”. De forma natural e sem
alarde, sabiam contemplar com tranqüilidade a beleza e sucesso alheio. Não o
bastante, elogiava o próximo de maneira desprovida sem se sentirem inferiores
por isso. Impressionante como eu reparei durante minha vida essas pessoas! Eu
ficava caladinha, observando-as de “rabo de olho” sem saber de onde vinha tanta
sensualidade. Sutis, sem falar alto e principalmente, sem enaltecer suas
virtudes (e sem omitirem os próprios defeitos) entravam e saiam com humildade e
sem humilhar ninguém. Quando abordadas sobre sua(s) vida(s) amorosa(s), descontraiam-se
com um leve sorriso. Que coisa! Parecia que não existia crise psicológica de
nenhum aspecto na vida dessas pessoas! Por outro lado, lá estava eu,
demonstrando em gestos e falas todas as minhas decepções amorosas, “dor de
cotovelo”, solicitando palpites e expondo minha vida como se isso fosse
solucionar minhas inquietudes. Com isso, eu deixava espaço pra críticas
maldosas. Com o passar do tempo, mesmo com a passagem dessas pessoas em minha
vida, elas continuaram marcantes (este meu texto é a prova disso). E estou
certa de que não foi necessário dizer pra essas elas o quanto são
diferentemente positivas. É que a opinião alheia nunca foi um problema para elas,
porque, verdadeiramente, elas se bastam. É inspirada em gente assim que tenho
procurado me aperfeiçoar, me tornando um ser humano melhor e superando meus
próprios limites. Certamente essas pessoas continuam a caminhada nessa vida
espalhando suas marcas. Também estou certa de que, muitas pessoas assim como eu
em outros tempos, estão no presente a questionar qual é o traço que chama tanta
atenção e, estão sem saber identificar a virtude que tornam tão marcantes esses
seres humanos. Desconfio que pessoas assim, nascem prontas. Não se tornam.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
OPORTUNO SILÊNCIO
Embora os acontecimentos sejam muitos e as observações também, é preciso muito mais para se escrever sobre algo ou alguma coisa. É preciso ter no momento, aquele desejo incontrolado de expressar. Com o tempo a gente vai percebendo que o mundo já tem gente demais que aparece, que quer ser professor de tudo e solucionador dos problemas alheios. Existem inúmeros blogs e textos de auto-ajuda, bem como, inúmeras teorias diferentes sobre um mesmo assunto. Tudo muito acessível para quem pesquisa. Por vez, tudo muito complexo para quem não tem um mínimo de ideologia firmada em algo ou alguma coisa. Por isso, escrevo na maioria das vezes com base em minhas próprias experiências. Dentre tantas teorias, ensinamentos, discursos e debates, tenho aprendido muito mais com o silêncio. Veja que, as verdadeiras respostas e pontos de identificação estão primordialmente dentro de nós mesmo. Quando paramos para refletirmos sobre nós, compreendemos muitas coisas ao nosso redor e com isso a necessidade de se ouvir mais e falar menos. Passamos a temer o erro das expressões. É que percebemos que nada está pronto e acabado. Tudo está sendo construído e pode ser mudado instantaneamente. Minhas crenças, inspirações e motivações nem sempre foram às mesmas que me acompanharam durante uma vida. O Agora, o presente, tem sido algo realmente novo. Então, não existem garantias de razões 100% (cem por cento) sobre o que exponho. Em uma mesma linha de raciocínio, encontro o pesquisador alemão Eckhart Tolle, e esse expressa: “Quando entra no Agora, você sai do conteúdo da sua mente. A incessante corrente do pensamento se desacelera. Os pensamentos não consomem mais toda a sua atenção. Há intervalos entre eles – espaços de silêncio e calma. Você começa a perceber que o seu ser é maior e mais profundo do que seus pensamentos.” Tolle nos mostra a importância de silenciar os pensamentos e reencontrar nossa sabedoria interior para viver mais intensamente o momento atual. O silêncio e a calma não são apenas a ausência de barulho e de conteúdo. São a dimensão mais profunda do nosso ser, a inteligência primordial, a consciência de que só podemos ser felizes Agora. O poder transformador do silêncio está em nos libertar de nossos pensamentos, medos e desejos, dissipando as tensões do passado e as expectativas em relação ao futuro. Só no presente podemos descobrir quem realmente somos, alcançando assim a paz e a alegria que estão dentro de nós. Se estiveres disposto e preparado, aconselho-te a abandonar as muitas bagagens inúteis e pesadas pra trás. Tenho adotado uma nova forma de viver neste mundo. E a forma mais leve, mais sabia e mais prudente, é carregar somente o peso de si mesmo na atualidade.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
* É proibida a publicação ou duplicação desta obra sem autorização expressa da autora supra mencionada.
Erika Luiza
Inverno/2016
Sou uma guerreira que batalha pela realização de um sonho que abrange o coletivo. Sou questionadora pela necessidade de fazer valer os direitos humanos. Sou determinada e insistente na nossa luta porque a exploração ainda é latente. Sou sujeita em movimento, sempre comprometida com o projeto ético politico profissional. Sou dinâmica e decidida, capaz de tornar minha profissão cada vez mais crítica, combativa e reflexiva. Sou trabalhadora e estou inserida na luta de classes: SOU ASSISTENTE SOCIAL.
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